Nossa viagem ao Peru aconteceu do dia 21 a 28 de maio de 2015. Foram 8 dias inteiros, já que chegamos em território peruano na manhã do dia 21 e partimos no fim da tarde do dia 28. O tempo foi apertado, principalmente porque nosso roteiro incluia passar por mais de 3 cidades, gastando, portando, um bom tempo com os deslocamentos. Mesmo com a correria a viagem foi incrível e conseguimos aproveitar bastante. Mas para os amigos leitores fica o conselho: se for fazer esse mesmo roteiro, tente fazê-lo em mais tempo. Acredito que 10 dias seja perfeito!
1º DIA: CHEGADA EM LIMA
Desembarcamos às 10 da manhã no Aeroporto Internacional Jorge Chávez. Jorge Chávez é o aeroporto principal do Peru, onde desembarcam todos que têm como destino final a capital peruana - Lima - ou que fazem apenas escala para chegar a outros locais do Peru. O aeroporto não está localizado propriamente em Lima e sim em Callao, cidade próxima a Lima (aproximadamente 10 km de distância).
Após todo o procedimento de desembarque, seguimos direto para uma casa de câmbio dentro do aeroporto mesmo para trocar um pouco de dinheiro. O câmbio não estava bom (1 real para 85 centavos de nuevo sol), mas não havia outra escolha, já que não tínhamos nem a quantia do táxi. Ao longo da viagem trocamos dinheiro mais algumas vezes e conseguimos cotações melhores, porém nenhuma que chegasse a 1 por 1.
Seguindo em frente, pegamos um táxi oficial do aeroporto para seguir rumo a Miraflores, bairro onde nos hospedaríamos durante nossa estadia em Lima. Devido a nossa falta de experiência pagamos uma fortuna no táxi, mas no decorrer da viagem aprendemos um costume muito bem aceito e praticado no Peru: o ato de pechinchar! Clique aqui e confira dicas de negociação para quem pretende utilizar os táxis para se locomover por lá.
Por volta das 11 horas chegamos em Miraflores. Como nosso Check In era apenas às 14 horas, deixamos as bagagens no hotel e saímos, a pé, a conhecer os arredores. Havíamos reservado o Hotel Santa Cruz, e após alguns problemas, acabamos nos hospedando em outro hotel próximo.
Miraflores é um bairro simplesmente encantador. Poderia perder horas e mais horas apenas caminhando, apreciando seus parques, sua orla incrível, suas praças... O barulho das ondas do mar, o verde dos parques, a modernidade dos edifícios, tudo encanta naquele bairro.
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| Apreciando a orla de Miraflores. |
Assim que o relógio soou 14 horas retornamos ao hotel para fazer nosso check in e, após alguns probleminhas com a reserva (conforme adiantei logo acima), descansamos pelo restante do dia.
| Larcomar: shopping a céu aberto em Miraflores |
A noite fomos conhecer o Larcomar, um shopping a céu aberto com vista para a orla. Ele não é grande como os shoppings que temos aqui em São Paulo e nem se compara na quantidade de lojas também, mas é um passeio muito agradável de fazer. Além disso, é um ótimo lugar para almoçar ou jantar, já que possui opções de restaurantes a la carte, fast food, sorveteria...
Aliás, foi no Larcomar onde comemos uma comidinha simples porém deliciosaaaaa, do China Wok. É uma rede peruana, possui filiais em outros locais também como no aeroporto Jorge Chávez onde nós também comemos. Além de gostosa a comida é super barata e vem bastante, meu namorado teve que me ajudar a comer a minha rsrsrs. Recomendo!
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| Circuito Mágico das Águas |
Na mesma noite fomos assistir ao Circuito Mágico das Águas, um espetáculo noturno realizado no Parque da Reserva. É um programa imperdível para fazer na cidade de Lima. É romântico, remete à infância, é divertido... Super recomendo! Leia mais no post específico para ter detalhes desse passeio.
Já havíamos jantado no Larcomar e assistido ao show das águas, mas ainda eram 22 horas e queríamos aproveitar mais a noite limenha. Foi então que pegamos um táxi e pedimos ao taxista que nos levasse a algum local animado para curtirmos a noite e que não fosse muito distante de onde estávamos hospedados. Foi então que ele nos deixou no chamado Calle de Las Pizzas, em Miraflores. Trata-se de uma rua super animada e repleta de pizzarias, bares, restaurantes e boates. Fica em frente ao Parque Kennedy e é um ponto de encontro dos jovens peruanos, tanto no Calle de Las Pizzas quanto no parque e seus arredores. E foi lá onde encontramos uma boate que tornou a nossa noite ainda mais perfeita: Son de Cuba. E lá tomamos vários drinks, cervejas, dançamos salsa, admiramos a dança de outras pessoas que mandavam muito bem, e retornamos alegríssimos e esgotados ao hotel...
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| Son de Cuba: boate de música latina, em Miraflores |
2º DIA: MIRAFLORES E CENTRO HISTÓRICO DE LIMA
Tomamos café da manhã no hotel e fomos passear por Miraflores. Decidimos ir andando do nosso hotel ao Larcomar. Gastamos cerca de 1 hora e meia, porém fomos caminhando devagar e parando em diversos lugares para tirar fotos, admirar a paisagem... Sem exageros, o bairro de Miraflores não é só lindo, é espetacular!!! Dá vontade de ficar lá para sempre, viver lá. Não deixe de ler o post que eu dediquei inteiramente a essa parte perfeita de Lima.
Durante o trajeto passamos por várias praças e parques, e tudo lá é super bem cuidado, florido, a grama aparada.
Almoçamos novamente no Larcomar, eu fui de Burguer King e meu namorado de China Wok. E dali partimos para o Centro Histórico de Lima. Aqui eu abro um parênteses pra confessar que eu sinceramente me arrependi de ter ido ao centro. Escolhi ir até lá porque li em muitos blogs, antes da viagem, que era um programa obrigatório, que o centro era lindo, as construções divinas etc. Bom, eu não vi nada de mais, não gostei do clima daquele lugar, e me arrependi de não ter usado o tempo pra curtir um pouco mais de Miraflores ou visitar outros bairros como Barranco e San Isidro. Leia o post específico e saiba mais sobre o que eu achei do Centro Histórico de Lima.
Já era fim de tarde quando retornamos ao hotel apenas para tomar banho e partir para nosso próximo destino: Huacachina. Fizemos a viagem de ônibus pela companhia Cruz Del Sur, partindo do Terminal Javier Prado até o Terminal de Ica (detalhes sobre valores AQUI). Foram 4 horas e meia de viagem até Ica, e de lá mais 10 minutinhos de carro até Huacachina.
Huacachina é um bairro de Ica, mas não é um bairro qualquer. Trata-se de um oásis no meio do deserto. Um bairro inteiro de dunas de areias brancas e no centro uma bela lagoa verde rodeada de árvores.
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| Lagoa de Huacachina |
Leia o post específico e se encante com esse paraíso.
Já era 1 hora da madrugada quando fizemos check in no hotel e fomos direto para o quarto descansar para aproveitar ao máximo o dia que iria nascer.
3º DIA: PISCINA E PASSEIO DE BUGGIE EM HUACACHINA
O dia amanheceu ensolarado em Huacachina. Na noite anterior não conseguimos ver todo o hotel por conta da escuridão, mas quando saímos do quarto de manhã para o desayuno ( = café da manhã, em espanhol) ficamos maravilhados com o que vimos!
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| Hotel El Huacachinero: área da piscina |
Escolhemos o hotel El Huacachinero por ser o número 1 na pontuação do Booking e do Trip Advisor, e não poderíamos ter escolhido melhor. Nossa estadia foi perfeita e é claro que eu recomendo MUITO a hospedagem lá. Fotos e mais detalhes sobre o El Huacachinero, no post específico!
Passamos praticamente o dia todo na piscina do hotel, interrompendo nossos momentos de relaxamento apenas para o almoço (também no hotel) e para o passeio de Buggie que fizemos no fim da tarde.
O passeio de buggie que fizemos lá é um pouco diferente do que costumamos fazer no nordeste brasileiro. Primeiro porque o "buggie" deles não é nada parecido com o nosso, e segundo porque lá não existe esse negócio de com ou sem emoção. O passeio é com emoção e pronto! E quanta emoção!!!
São 1 hora e meia de passeio e o motorista faz algumas paradas para a prática do sandboard.
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| Passeio de buggie nas dunas de Huacachina |
Curtimos a noite comendo um lanche e uma sopa no bar e restaurante Huacafuckingchina, que fica na borda da lagoa. Ambiente agradável e animado, ótimo atendimento e preços justos. O garçom nos chamava de "Brasil" e ia frequentemente a nossa mesa saber se estava tudo bem e se desejávamos mais alguma coisa, e até arriscava um bate-papo, assuntando sobre o Neymar. Não ficamos até muito tarde porque queríamos acordar cedo para aproveitar bastante o dia seguinte e também porque a noite no oásis é gelada ao extremo!
4º DIA: MAIS PISCINA E SANDBOARD EM HUACACHINA
Era nosso último dia em Huacachina e queríamos aproveitar ao máximo aquela piscina, até porque dali iríamos para Cusco e adeus calor!!!
Então passamos toda a manhã pegando sol e curtindo a piscina (mais o primeiro do que o segundo, porque a água era super gelada) e a tarde alugamos uma prancha de sandboard e fomos explorar algumas dunas.
Da beira da lagoa é possível subir algumas dunas e lá fomos nós. Eu não me aventurei a descer as dunas na prancha nesse dia, porque terminei o passeio de buggie toda ralada dos tombos que levei fazendo o tal sandboard, mas meu namorado brincou bastante. E caiu bastante também.

Deixo os detalhes sobre o oásis, a lagoa, o passeio de buggie e o sandboard para o post específico de Huacachina.
Nesse dia jantamos cedo e no hotel mesmo e dormimos cedo também, porque às 7 e meia da manhã do dia seguinte teríamos que estar no terminal de ônibus de Ica para retornar a Lima, de onde partiríamos para Cusco de avião.
5º DIA: RETORNO A LIMA, VÔO PARA CUSCO E NOITE CUSQUENHA
Partimos da cidade de Ica para a capital Lima às 07:30, chegando no aeroporto Jorge Chávez por volta das 13:30. Tínhamos 2 horas até o embarque, então fizemos nosso check in e comemos um lanche no Mc Donald's do aeroporto.
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| Star Peru: Cia aérea peruana |
Em Cusco ficamos hospedados em um Hostel, em quarto duplo com banheiro privativo. Foi minha primeira experiência nesse tipo de hospedagem e fiquei satisfeita com o lugar e com o quarto. Era uma opção super barata comparado ao preço dos hoteis e pousadas, já que o quarto saiu pela metade do preço do quarto de uma pousada. E a verdade é que passávamos o dia todo fora, só voltávamos ao hostel para tomar banho e dormir. Em outro post eu conto mais sobre nossa hospedagem no Kokopeli Hostel.
O hostel era super bem localizado e em 2 minutos a pé chegávamos ao centro da cidade. No início da noite fomos passear no centro, compramos souvenirs, conhecemos a Plaza Maior e jantamos uma pizza acompanhada de um bom vinho sangria em um restaurante chamado Pachamama.
6° DIA: VALE SAGRADO DOS INCAS
Nosso segundo dia em Cusco foi repleto de momentos incríveis e uma prévia do que seria o dia seguinte, na cidade perdida de Machu Picchu.
Logo cedo tomamos nosso café da manhã no hostel e embarcamos no ônibus que nos levaria ao passeio com duração de um dia inteiro pelo Vale Sagrado dos Incas. Contratamos o passeio com o hostel, e foi super barato: 35 soles por pessoa. Uma pechincha para um passeio com quase 12 horas de duração e que passa por lugares tão lindos.
Nossa primeira parada foi em uma pequena (mas diversificada) feira de souvenirs. Tinha muita coisinha fofa e a parada me rendeu um belo xale de presente para mim mesma rs. Dali seguimos para o primeiro sítio arqueológico visitado no passeio: Pisac. Localizado a 33 quilômetros de Cusco, é um dos mais importantes sítios arqueológicos do Vale Sagrado dos Incas. É parada obrigatória de todos os passeios para o Vale Sagrado.
Depois de Pisac seguimos rumo a Ollantaytambo, esse o mais importante sítio arqueológico do Vale Sagrado, fazendo uma parada no meio do caminho para um delicioso almoço.
Ollantaytambo é a única cidade da era inca que continua habitada. É um monumento absurdamente incrível e encantador, no qual poderia passar horas e mais horas e mais horas...
Mas, infelizmente não tínhamos todo esse tempo, então tratamos de explorar o máximo possível e, claro, tirar muitas fotos!!!
Seguindo viagem, a próxima e última parada foi em Chinchero. O distrito de Chinchero fica a 3.772 metros acima do nível do mar, mais alto do que a cidade de Cusco. Logo no caminho já é possível avistar picos nevados e cadeias montanhosas que tornam o caminho até lá um dos mais bonitos que já vi na vida. Uma imensidão de verde cercada por montanhas e picos de neve faz daquele um cenário difícil de esquecer.
Quando chegamos em Chinchero já havia escurecido, o que dificultou um maior aproveitamento do passeio, além também do cansaço que, a essa hora, já nos havia dominado.
Em Chinchero conhecemos uma igreja católica construída no início do século XVII sobre as fundações do palácio inca Tupac Yupanqui, onde pudemos adentrar e ouvir um resumo de sua história, contada com entusiasmo pelo nosso guia. Os moradores de Chinchero ainda falam o idioma Quéchua, dialeto oficial dos incas, bem como as missas na igrejinha católica são feitas nesse idioma.
Também em Chinchero visitamos uma casa de artesanatos, onde tivemos o prazer de aprender sobre lãs, cores e ervas com uma moradora local mega divertida e carismática. Confesso que, já com as forças praticamente esgotadas do dia repleto de avenuras, não estava com a mínima vontade de passar por essa visitação, bem como acreditava que seria bem chatinha. Grande engano! Adorei a aula, as demonstrações e as piadinhas feitas pela moça, e, claro, acabei comprando uma lembrancinha.
Vale informar que todos esses passeios realizados nesse dia pelo Vale Sagrado estão incluído no Boleto Turístico, que eu explico detalhadamente o que é no post específico dele!
O dia foi super agitado e, quando chegamos no hotel, só queríamos um banho bem quentinho e descansar. Então tomamos uma sopa no quarto e dormimos incansavelmente.
7º DIA: MACHU PICCHU, A CIDADE PERDIDA DOS INCAS
Também conhecido por 'cidade perdida dos Incas', o sítio arqueológico de Machu Picchu está localizado no topo de uma montanha, a 2.400 metros de altitude, no Vale do Rio Urubamba. É o mais importante sítio arqueológico Inca, tendo sido declarado patrimônio mundial da Unesco e uma das sete maravilhas do mundo moderno.
A cidade mantém apenas cerca de 30% de sua construção original, tendo sofrido restauração do restante que experimentou degradações em virtude do tempo decorrido, alterações climáticas e diversos outros fatores.
Também em Chinchero visitamos uma casa de artesanatos, onde tivemos o prazer de aprender sobre lãs, cores e ervas com uma moradora local mega divertida e carismática. Confesso que, já com as forças praticamente esgotadas do dia repleto de avenuras, não estava com a mínima vontade de passar por essa visitação, bem como acreditava que seria bem chatinha. Grande engano! Adorei a aula, as demonstrações e as piadinhas feitas pela moça, e, claro, acabei comprando uma lembrancinha.
Vale informar que todos esses passeios realizados nesse dia pelo Vale Sagrado estão incluído no Boleto Turístico, que eu explico detalhadamente o que é no post específico dele!
O dia foi super agitado e, quando chegamos no hotel, só queríamos um banho bem quentinho e descansar. Então tomamos uma sopa no quarto e dormimos incansavelmente.
7º DIA: MACHU PICCHU, A CIDADE PERDIDA DOS INCAS
Também conhecido por 'cidade perdida dos Incas', o sítio arqueológico de Machu Picchu está localizado no topo de uma montanha, a 2.400 metros de altitude, no Vale do Rio Urubamba. É o mais importante sítio arqueológico Inca, tendo sido declarado patrimônio mundial da Unesco e uma das sete maravilhas do mundo moderno.
A cidade mantém apenas cerca de 30% de sua construção original, tendo sofrido restauração do restante que experimentou degradações em virtude do tempo decorrido, alterações climáticas e diversos outros fatores.
As ruínas de Machu Picchu, onde se concentram as maiores expectativas de todos os turistas que visitam o Peru, realmente impressionam. Cada canto, carregado de história e misticismo, proporcionam uma sensação de difícil definição, e minha primeira reação diante daquele cenário foi justamente a falta de reação, a falta de palavras...e pensando bem, pra quê palavras? Tudo aquilo dispensava qualquer palavra, dispensava explicações!
Foi incrível conhecer esse lugar, ver de perto lhamas, tocar naquelas pedras...
É necessário lembrar, porém, que a viagem até lá é cansativa, principalmente quando se opta por não pernoitar em Águas Calientes, como eu, mas sem dúvida vale a pena.
Foram cerca de 4 horas de viagem de trem, de Cusco ao município de Águas Calientes. Lá chegando é preciso tomar um ônibus para subir Machu Picchu. É possível subir a pé por uma trilha também, mas não aconselho. Vai por mim, é puxado. Pra descer tudo bem, porque na descida todo santo ajuda rs. Mesmo assim, optamos por subir de ônibus e descer pela trilha e foram 1h15 de caminhada sem parar. Uns 50 minutos descendo a trilha e o restante no percurso até a estação de trem de Águas Calientes.
Como eu disse, todo o esforço vale a pena no final. Na volta, dormimos durante toda a viagem de trem.
8° DIA: ÚLTIMOS MOMENTOS EM CUSCO E VOLTA PARA CASA
Nosso último dia no Peru foi o dia mais tranquilo desde qur chegamos. Tiramos o dia para acordar tarde, tirar todo o atraso do sono e do cansaço que os últimos dias haviam causado. Resultado: acordamos meio-dia, arrumamos a mala e saímos para almoçar no centro. O prato do dia foi lomo saltado, prato típico peruano.
Nosso vôo era às 16h, então aproveitamos o restante do tempo passeando no Centro de Cusco e fazendo umas comprinhas de última hora.
Cusco foi o melhor lugar que eu achei para comprar artesanatos, obras de arte, souvenirs. Em Lima há alguns mercados de artesanatos também, como o Inka Market, mas não chegamos a conhecer.
Passear pelas ruas de Cusco é uma delícia. As ruas estreitas, os caminhos de pedras, a arquitetura clássica, lembra muito alguns paises europeus como Portugal, Itália e Espanha.
Infelizmente, nossa viagem chegou ao fim e tínhamos um longo caminho ainda de Cusco a Lima e depois de Lima a São Paulo, de modo que nos despedimos de Cusco e partimos para o aeroporto, encerrando essa viagem incrível que deixaria lembranças maravilhosas em nossa memória!
Foi incrível conhecer esse lugar, ver de perto lhamas, tocar naquelas pedras...
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| Selfie com a Lhama |
É necessário lembrar, porém, que a viagem até lá é cansativa, principalmente quando se opta por não pernoitar em Águas Calientes, como eu, mas sem dúvida vale a pena.
Foram cerca de 4 horas de viagem de trem, de Cusco ao município de Águas Calientes. Lá chegando é preciso tomar um ônibus para subir Machu Picchu. É possível subir a pé por uma trilha também, mas não aconselho. Vai por mim, é puxado. Pra descer tudo bem, porque na descida todo santo ajuda rs. Mesmo assim, optamos por subir de ônibus e descer pela trilha e foram 1h15 de caminhada sem parar. Uns 50 minutos descendo a trilha e o restante no percurso até a estação de trem de Águas Calientes.
Como eu disse, todo o esforço vale a pena no final. Na volta, dormimos durante toda a viagem de trem.
8° DIA: ÚLTIMOS MOMENTOS EM CUSCO E VOLTA PARA CASA
Nosso último dia no Peru foi o dia mais tranquilo desde qur chegamos. Tiramos o dia para acordar tarde, tirar todo o atraso do sono e do cansaço que os últimos dias haviam causado. Resultado: acordamos meio-dia, arrumamos a mala e saímos para almoçar no centro. O prato do dia foi lomo saltado, prato típico peruano.
Nosso vôo era às 16h, então aproveitamos o restante do tempo passeando no Centro de Cusco e fazendo umas comprinhas de última hora.
Cusco foi o melhor lugar que eu achei para comprar artesanatos, obras de arte, souvenirs. Em Lima há alguns mercados de artesanatos também, como o Inka Market, mas não chegamos a conhecer.
Passear pelas ruas de Cusco é uma delícia. As ruas estreitas, os caminhos de pedras, a arquitetura clássica, lembra muito alguns paises europeus como Portugal, Itália e Espanha.
Infelizmente, nossa viagem chegou ao fim e tínhamos um longo caminho ainda de Cusco a Lima e depois de Lima a São Paulo, de modo que nos despedimos de Cusco e partimos para o aeroporto, encerrando essa viagem incrível que deixaria lembranças maravilhosas em nossa memória!















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